quarta-feira, 22 de julho de 2015

ORGULHO DE SER ADVOGADO.



ORGULHO DE SER ADVOGADO

Por Odin Felipe Neves*
O advogado, sem dúvidas, desempenha um papel primordial e indispensável na sociedade. Somos a espinha dorsal do sistema legal de um país, pois atuamos judicial e extrajudicialmente nas mais distintas áreas do Direito. 
Não obstante, a nossa profissão encontra-se gravemente precarizada e a esse respeito falo em causa própria, como advogado militante que sou, de uma comarca limítrofe com o a capital do Estado, que é a cidade de Olinda. 
Acompanho diariamente as dificuldades de exercermos nossa profissão diante da brutal falta de estrutura de atuação e da falta de estímulo para ingressarmos e continuarmos atuando e sobrevivendo da advocacia.
Desse modo, embora o acesso à profissão de advogado seja árduo, em função dos cinco anos da graduação e do Exame de Ordem, e o mercado de trabalho seja amplo, a dificuldade do exercício da profissão e o afastamento dos órgãos de classe, que deviam nos representar, fazem com que os jovens advogados, na acepção técnica da palavra, retirem a sua OAB apenas em função do período de experiência exigido por alguns concursos já que ainda ao longo da graduação eles optam por concurso público, antes mesmo de tentar atuar na advocacia.
Verifica-se, pois, que falta estímulo, suporte da nossa entidade de classe e apoio estrutural para um concreto e salutar início profissional. 
Porém, se o exercício profissional em Recife, capital do Estado, já é tão difícil e cheio de obstáculos, o que dizer então para o advogado que se encontra nas demais comarcas de nosso estado. 
Olinda por exemplo, onde atuo, apresenta diversas dificuldades para podermos sobreviver dignamente da profissão que orgulhosamente escolhemos. Basta conversarmos com os colegas advogados que frequentam diariamente nossos fóruns, para ouvirmos as recorrentes queixas em relação as precárias condições de trabalho.
Salas de advogados com disponibilidade precária de internet, falta de livros, códigos e periódicos atualizados para leitura e simples consultas, mau ou ausência de atendimento eficiente aos advogados por parte dos magistrados e serventuários da justiça. 
E aí surge a reflexão: O que podemos fazer, para que estas dificuldades sejam vencidas ou pelo menos diminuídas?
Devemos exigir da nossa instituição de classe uma eficaz defesa de nossos interesses e prerrogativas profissionais. Uma das nossas principais obrigações com a Ordem é estarmos em dia com o pagamento de nossas anuidades e exercermos com denodo e ética nossa profissão.
A principal obrigação da Ordem é defender o advogado. Defender e proporcionar um mínimo de estrutura necessária para o exercício profissional diário, sobremodo prover a defesa das prerrogativas previstas para esse profissional tido pela Constituição como indispensável à Administração da Justiça.
A OAB não pode ser de um grupo específico ou instituição de apenas poucosapaniguados. Um pequeno grupo não pode decidir quem deverá suceder a cadeira da presidência. A OAB é a casa de cada um de seus inscritos, que tendo minutos de inscrição ou décadas, fazem parte de sua estrutura e são responsáveis pela sua existência e manutenção. 
A Ordem tem que ser para todos os advogados e por isso eu luto pelo resgate de uma advocacia militante digna, independente e altiva, pelo resgate do orgulho de ser advogado. 
*Coordenador do movimento A Ordem É Para Todos"

domingo, 12 de abril de 2015

O ATO JURÍDICO PERFEITO.




Segundo o ( Art.6º, §1º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro ( Decreto-Lei n.º.4.707/1942 ) determina que: Ato jurídico perfeito é aquele que já se consumo segundo a lei vigente ao tempo em que se efetuou. É evidente que os reajustes que se consumaram na vigência de qualquer tipo de contrato até entrada em vigor de nova lei, pode ser alterado segundo o que dispor a lei mais nova. Com a nova vigência de lei, esta não ferem o ato jurídico perfeito que se consumou ao tempo decorrido e os seus efeitos segundo a lei antiga, nem mesmo o direito adquirido até o momento da sua consumação, pois se assim fosse estaria vedados os adendos e as alterações contratuais na vigência de um contrato, pois com a entrada em vigo da lei nova, ver-se que esta é hierarquicamente superior aos contratos que por sua natureza jurídica possa conter clausula de reajustes diverso contido na lei nova. A consumação do ato jurídico perfeito só atinge os seus efeitos na exata media que os atos vão se consumando, pois apenas resta a salvo os efeitos do ato perfeito que se consumou, exceto, quanto aos negócios jurídicos de caráter exclusivamente irretratável e irrevogável por sua exclusiva condição acordada em contrato ( Art. 684 do Código Civil ). O ato jurídico perfeito segundo a nossa Carta Magna de 88, elenca expressão do legislador no sentido de que o ato jurídico perfeito, dependendo de condição futura, só atinge a parte especifica que se consumou com o tempo, mas não o todo por completo, pois a este ponto depende de condição futura para a consolidação do ato jurídico perfeito. Um exemplo: Na lei antiga por força do contrato de locação o locatário estaria obrigado a pagar os impostos provenientes da locação; por sua vez uma lei nova entrou em vigor após o termino da locação que determinou a restituição do pagamento de imposto pelo locador. Logo o locador não teria a obrigação de devolver tais valores.


Olinda, 09 de abril de 2015


JUSCELINO DA ROCHA

ADVOGADO

sábado, 28 de março de 2015

SONHO OBRE QUEDA DE AVIÃO DE JUCELINO DA LUZ, FOI DECIFRADO POR XARÁ JUSCELINO DA ROCHA.

 EM CARTA ABERTA JUCELINO DA LUZ DISSE QUE NO DIA 26 DE NOVEMBRO DE 2014, IRIA CAIR UM AVIÃO IRIA BATER CONTRA O EDIFÍCIO DO CRUZAMENTO DA PRÓXIMO AO HOTEL MAKSOUD PLAZA. CARTA ESTA QUE FOI PUBLICA EM NOSSO BLOG NO DIA 17/08/2014.

EM SEGUIDA EU JUSCELINO DA ROCHA DECIFREI O SONHO DE JUCELINO DA LUZ. VEJA O DEMONSTRATIVO DA NUMEROLOGIA.




VEJA A CARTA DE JUCELINO DA LUZ QUE PUBLIQUEI NO DIA 17/08/2015 EM NESTE BLOG EM MATÉRIAS ANTERIORES.






terça-feira, 17 de março de 2015

VEJA NA ÍNTEGRA O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL.



VEJA A ÍNTEGRA DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL COM ENTRADA EM VIGOR EM 01 DE MAIO DE 2015



https://www.sendspace.com/file/w5t6e8

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

VEJA QUE A PENA DE MORTE NO BRASIL É POSSÍVEL EM CRIME DE TERRORISMO, BASTA ALTERAÇÃO NO TEXTO CONSTITUCIONAL.



Existe pena de morte no BRASIL, basta ser declarada contra o terrorismo.

Art.5º.......................

[...]
XLVII - não haverá penas:
a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX 
b) de caráter perpétuo;
c) de trabalhos forçados;
d) de banimento;

e) cruéis;

domingo, 28 de dezembro de 2014

A INTERMINÁVEL DUPLICAÇÃO DA BR 101, ENTRE PALMARES E MACEIÓ - ALAGOAS.



Um trecho de 28 km entre a divisa de Alagoas e Pernambuco o município de Palmares ( 100 km do Recife ) é uma parte abandonada de uma das mais importantes estradas do país, que corta o Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte: a BR-101. A rodovia é o principal acesso de Pernambuco de quem chega pelos Estados ao sul e tem movimento intenso diário. É por ela, por exemplo, que chegam as cargas enviadas da indústria da região Sudeste.  Houve época à anos atrás que no trecho entre o Município Pernambucano de palmares e Novo Lino em alagoas se constatou a existência de crateras. Para piorar, o serviço de "manutenção" das rodovias era feito por crianças, que tentam cobrir os buracos e ganhar dinheiro. No Estado, todo o restante da BR-101 é duplicado e em boas condições de tráfego. Já nesse trecho, não há nenhuma máquina trabalhando e há diversos imóveis às margens da rodovia, que ainda precisarão ser desapropriadas.  O que é pior a duplicação da BR 101 entre Palmares e Alagoas, se arrasta a mais de 04           ( Quatro ) anos, ninguém faz nada, mas as autoridades põe a culpa no TCU. È uma vergonha ver essa rodovia que já deveria está pronta a muitos anos. No local não policiamento nenhum nos períodos de feriados de natal e carnaval. No trecho percorrido no dia 24 e 25 não encontramos qualquer ronda de policiais rodoviários federais, nem tampouco da policia militar dos dois Estados.